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CONSEGUI!!! Depois de andar pelo palheiro muito confuso da internet, consegui a VERSÃO COMPLETA da música Shut Your Eyes, que a Saxsofunny e o Carlos Manga Jr. gravaram para o comercial “Heroína” (que eu amo) do Fiat Punto (que eu acho demais e se pudesse teria um). Está na página oficial da Saxsofunny, na parte de músicas, mas como a gente nunca sabe se vão sumir com aquilo a qualquer hora, eu achei aqui.

By the way, quem espera SEMPRE alcança. Naquela época, eu participei da promoção miniatura do Fiat Punto e consegui entrar na lista, mas a miniatura não veio. CANSEI de reclamar com a Fiat, e num belo 7 de setembro, quando eu estava “morgando” na internet, lembrei-me disso mais uma vez e resolvi reclamar. Pois bem… a miniatura VEIO, gente. Lindinha. É menor do que eu pensava e não abre as portas. Mas juro que vou guardar. É um prêmio duramente conquistado!

Gente, eu estava de luto com relação ao Daily Life, meu amado blog pessoal que mantive de 2003 a 2007, quando a Weblogger sumiu com ele sem mais, nem menos. “Camelei” pra encontrar, e descobri uma forma num post de umas meninas: é só você digitar, na barra de endereço de web, o seguinte: “http://web.archive.org/web/*/endereco.do.seu.blog.completo.sem.www . Por exemplo, eu digitei http://web.archive.org/web/*/fmellingott.weblogger.terra.com.br e encontrei tudo o que o Alexa, a ferramenta do Internet Archive Wayback Machine, guardou. Ele guarda mais facilmente blogs que estavam em HTML (por exemplo, o wordpress ele não acessa) e tem feito isso desde 1996.

Agora, imaginem só o que é bisbilhotar o passado do povo, hein?! No meu caso, foi recuperar meus anos de blog durante o mestrado, mesmo. E estou feliz com isso.  De certo modo, chega a ser mágico. Eu tinha de esperar todo este tempo, estar de madrugada, as always, no mesmo quarto do CRUSP, pra conseguir isso. Anyway, o meu e já arquivei em DOC, vou bazer backup no meu HD, e em DVD. E você, vai procurar o seu? Aproveite e divulgue a dica. Ela pode deixar seus amigos felizes, também!

2010

A fresh newborn year is always the perfect time for one to renew hopes and dreams, and reassure plans — or even to reconsider what went wrong and should not happen again.

In being so, I have taken my own decisions, and one of those (some are not publishable) is to take more care of myself. I do wish to be the old Fabiana, one who could easily move and dance and jump without considering back ache or any other ache. This means sacrifice, and }I know it. I have always known, and this also means discipline and money investment. Well, let’s see to it. For now, all I want to do is forget about anything and have fun by myself — no, I am not with people around me. New Year’s dawn is always a time for me to re-think and balance things. It is like a ritual: I always have to listen to The Working Hour as the first song of the year, and then be alone for a while. So, let’s go for it. See you around, people.

Uma coisa boa de estar na terra do Tio Sam com o meu computador é que eles reconhecem o IP daqui e me deixam ouvir o Pandora. Estava com saudade. Tudo bem: há o Last FM, há o Jango, e outros, mas eu gosto mesmo é do Pandora. Agora, o duro é ter tempo pra ouvir, porque é meia-noite e quinze e eu teria de estar dormindo, pra poder aproveitar os poucos e raros dias por aqui pra passear. Vamos ver se faço isso.

A série mal começou aqui no Brasil. Na verdade, foi ao ar ontem, e qualquer um pode checar na internet e ver que a velha prática “alternativa” promoveu seu alcance até mesmo aos mortais que vivem de um salário que não paga uma TV a cabo ou satélite, mas patrocina um computador com uma rede para baixar o que se queira, ou então a eterna roda da qual fazem parte os camelôs que vendem filmes e todo tipo de material que se procure.

Seja de uma ou de outra fonte, o fato é que Glee e as músicas que ele inclui em seu repertório são um sucesso de um público de idade variada. E por que nos espantamos com isso? Porque este é mais um clichê repetitivo, em certa medida, de “High School Musical“, que pega carona nos filmes em que Zach Efron e as menininhas bonitinhas estrelam e performam coreografias.

Há, porém, outros elementos que de tão diferentes dos “winners“  americanos chegam a ser comuns e clichelizados — ao contrário. Trata-se, para começo de conversa, do seguinte argumento: um professor de espanhol em crise com sua vida resolve resgatar a tradição do grupo de canto da escola onde leciona, mas os únicos que se interessam são justamente aqueles que não se encaixam no perfil de “winner“: uma menina gorda e negra, um mauricinho gay hypado na moda, uma judia gerada por barriga de aluguel e criada por dois pais gays, uma oriental com tendências emos e que gagueja, um cadeirante declaradamente CDF (ou “nerd“, na linguagem dos americanos) e um bonitão e popular jogador de futebol americano na famosa posição de ”quarterback“, que se sente deslocado e em crise com os valores com que conviveu a vida toda — daí a sua participação no grupo. De início, engatilha-se o paradoxo do politicamente correto da diversidade, em que se procura representar todos os grupos dos “outsiders“, mas que nem por isso deixam de ser os diferentes e que não se encaixam (e por isso mesmo as etiquetas de descrição acima são propositalmente convenientes). Trata-se de inverter a mão da estrada de sucesso atual dos filmes, e fazer dos perdedores os heróis do momento, relegando a segundo plano as tradicionais loiras peitudas, líderes de torcida, os grandes diretores e professores populares, e os machões truculentos que tradicionalmente praticam “bullying” por diversão.

Obviamente, do ponto de vista mercadológico, trata-se de um negócio e tanto: não só se recuperam antigos sucessos que estão “bombando” no iTunes — porque lá nos Estados Unidos as músicas são compradas, e não baixadas ‘alternativamente’ –, como é possível ver à venda, no site da Fox, as partituras para coral das músicas cantadas nos episódios. Cria-se nova moda, direciona-se o mainstream da música para o retorno aos anos 1980 e 1990, e vende-se muito material por conta disso.

O fenômeno social é bem mais interessante de olhar, porém. Afinal, é só um seriado originalmente direcionado a adolescentes, cujas personagens são planas e cujo enredo é frouxo e traz momentos de constragimento, momentos de graça, pinceladas de humor e grande dose de absurdo, se considerarmos que às vezes algumas cenas são levadas ao extremo, como é o caso do mocinho que se descobre muito bonzinho e por isso liberta da prisão do toilette público o garoto cadeirante, vitimizado pelos colegas do futebol.

No entanto, as personagens apresentam algumas questões a se pensar. A primeira delas é a seguinte: por quê um professor de espanhol, e não de francês, que também é bastante ensinado nas escolas americanas? Embora se trate da representação de uma cidadezinha, ao colocar o professor de espanhol no comando o roteiro realiza, no plano ficcional, a inversão da importância da língua de uma grande parcela de imigrantes que, como anuncia a música-tema* do episódio piloto, são os “estranhos” que “esperam nas sombras” e “vivem apenas pela busca de emoção”. Dizendo de forma diferente, significa apresentar uma parte, um indivíduo por toda uma parcela da sociedade. As outras foram cobertas pelos outros “outsiders“, que são o exemplo mais óbvio da inversão dos papéis.

O espectador só não pode e não deve se deixar levar por esta inversão, porque ela é somente isso: uma inversão de papéis, mas jamais uma subversão dos valores norte-americanos. À primeira vista, parece que esta será a vez dos perdedores brilharem na ribalta, mas a coisa não é bem assim. Em uma época de grande crise mundial, em decorrência da crise dos Estados Unidos, o que mais se precisa, além de manter a roda do capitalismo rodando no seu nível mais básico, que é o da compra e o da venda de todo tipo de produto e da própria reprodutibilidade,  é manter a fé do povo nos valores que os Pais Fundadores — sim, aquelas figuras para lá de antigas nos nossos livros de história — na união, na força que cada um agrega no todo para que haja  a superação das dificuldades, sejam elas de ordem pessoal, social, econômica ou política. Não é à toa que “High School Musical“, “American Idol” (note-se que tem de carregar o adjetivo “American“, porque se não for assim, não dá para ser “Idol“) e tantos programas de TV oferecem o mesmo prato principal que tem sido servido há séculos: o espetáculo popular e barato às massas. Porque, no final das contas, em time que está ganhando não se mexe, como bem sabiam os romanos.

Em Glee, toda a produção é eficaz e detalhadamente pensada para emocionar o professor que pensa em se demitir da escola que ama para seguir a “sexy” carreira de contador porque precisa sustentar a muher e o filho que está por vir: das personagens clichelizadas à discreta e paradoxalmente berrante bandeira americana representada na camiseta vermelha, no jeans azul e nos tênis all star pretos dos alunos do grupo, tudo é feito para fazer rir e emocionar.  O enredo pode ser frouxo, mas a produção musical é impecável, o figurino é muito cuidadoso e a escolha das canções é perfeita. Estamos falando, afinal de contas, de “Glee” — aquilo que é definido pelo dicionário online Webster como 1) um sentimento de extrema alegria, capaz de emocionar; e 2) tipo de música. Por isso o título do seriado e a letra da canção-tema apelam escancaradamente para que não paremos — nem o professor, nem os alunos, nem nós, espectadores — de acreditar nesse poder advogado pelo povo norte-americano, que em sua Declaração de Independência deixa muito claro que só a Deus obedecerá.

Depois disso, só nos resta reconhecer que Glee é eficaz naquilo que se propõe, e que não é pelo fato de ser politicamente hegemônico que ele deixa de conquistar plateias de várias idades, gostos e nacionalidades, neste fenômeno que fez Hollywood até mesmo resgatar “Fama” de seus arquivos para reeditá-lo nessa roupagem aparentemente nova e essencialmente tão, tão velha quanto o é a sociedade tal como a estudamos.

O elenco de Glee

O elenco de Glee

*Don’t Stop Believing — Journey (1981), aqui apresentada pelo elenco do seriado.

Faz um tempão

Nossa, faz um tempão que eu não escrevo aqui. Sabem o que eu descobri? Que uma vez aberto o seu ID e o seu blog aqui no WordPress, ele nunca mais será deletado. Pode até ficar inativo, mas não deletado. É como RG, né? Você tem e o número e o nome são somente seus. Eu descobri isso quando tive aquele ataque de sair das coisas da internet. Cheguei a escrever ao suporte da página, e foi ele que me informou isso.

Bom, águas passadas, é bom começar pelas novidades. Engordei pra cacete de novo, e agora tenho de emagrecer tudo de novo. Em compensação, eu entrei para o doutorado na USP. Estou fazendo a minha pesquisa dentro do campo de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, em Literatura Infanto-Juvenil. O meu orientador é o Nicolau (OK – Prof. Dr. José Nicolau Gregorin Filho, pra quem não conhece) e o meu projeto chama-se “Uma questão de classe: a (des)construção da criança e da infância da classe trabalhadora na literatura”. Encomendei um ótimo livro para a minha pesquisa (que já chegou), e também estou fazendo uma matéria, às sextas-feiras. Quero ver se converso com o Nicolau sobre o projeto (ainda tenho umas adaptações pra fazer nele) e sobre a possibilidade de fazer o PAE no semestre que vem, já.

Na HP, tudo indo. Ainda sou a líder de Knowledge Management para Professional Services – Software na América Latina, o que não significa que as coisas estejam às mil maravilhas, mas é porque a gente ainda está implementando a iniciativa aqui, e com tantas mudanças na empresa, as coisas sempre andam mais devagar. Mesmo assim, vamos indo, e tenho toda a fé de que vamos realizar um ótimo trabalho em FY10. Agora em novembro eu viajo aos Estados Unidos para participar do Summit da nossa área. São 3 dias de reuniões e atividades lá em Orlando. Depois disso, eu devo ficar mais 10 dias por lá, de férias. Vou ficar com a Vivi, e estou bastante animada com isso. Eu embarco na madrugada do dia 21 de novembro. Isso significa que vai dar tempo de ver a estréia do “Lua Nova” ainda aqui. Isso é bom, porque serão 8 horas de vôo e eu vou ao lado da minha amiga Tatiana, que também gosta muito de Twilight. E, por falar em livros e filmes, eu estou lendo “As Crônicas de Nárnia”. Comprei o volume único pelo preço maravilhoso de R$29,90 e já achava que estava barato, já que o preço normal é R$93,00. Daí, o Submarino fez uma megapromoção e vendeu por R$15,90. Daí, comprei pra minha sobrinha Carolina. Então, agora ela já tem a coleção completa dos livros da J. K. Rowling e as Crônicas. Se resolver ler, eu dou pra ela depois o Crepúsculo e mais tarde O Senhor dos Anéis. Como ela gosta de lírica, quero comprar pra ela Cecília Meireles, e também Manuel Bandeira. Carlos Drummond é boa pedida pra daqui a uns anos. Ela estava lendo “A marca de uma lágrima”, mas acho que não terminou. Ela não é tão rata de biblioteca como eu e a minha irmã, mas em compensação faz muitas coisas. Além da escola, está na banda de Monteiro Lobato, tocando trompete, e também fazendo o curso de modelo lá na agência. Quero começar a ensinar francês pra ela, só que é bom esperar que ela firme um pouco na escola e que o curso de modelo termine. Além disso, ela ainda está fazendo o curso de catecismo, que termina em fevereiro, acho. Então, não dá pra ficar enchendo a menina com um monte de coisas.

O Luiz fez 3 anos nesta semana, e é bastante teimoso, mas é bonzinho e carinhoso. Ganhou a barraca do Ben10 e ficou feliz da vida. Hoje, devemos cortar um bolo pra ele aqui em casa, e por isso a família deve comparecer em peso. Só o Júnior não vem, e isso me chateia, porque ele é padrinho do menino, né. A questão é que a gente não pode obrigar as pessoas a fazerem o que elas não querem, e por isso é bom que eu me conforme…

Tenho de dobrar a roupa recolhida. Pra semana, a coisa vai ser bem agitada. Embora haja o feriado de 12 de outubro, eu tenho de preparar o material do treinamento de KM pra LAC, e apresentar pro meu chefe de KM (na HP, a gente sempre tem 3 chefes…). Daí, tenho as leituras do curso do Emerson, as leituras do Grupo de Pesquisa de Literatura Infantil e Juvenil (estou incluindo o link pra página do grupo aí do lado, na lista), a leitura para o seminário do dia 23, e o fichamento do resto do texto do Bakhtin, que eu estou dando de aula pra Camila. Ah! Também vou revisar a monografia da irmã da Camila. Então, dá-lhe atividade. Mesmo assim, não vou deixar de jogar um pouco do The Sims 3. Enquanto o meu irmão André estiver mexendo no meu computador, eu aproveitarei pra jogar, já que ele está vazio dos meus arquivos e daí o jogo roda. Quando ele voltar a colocar os programas e as minhas pastas, daí sim a coisa vai ficar inviável de jogar e eu terei de jogar The Sims 2 até poder comprar o meu novo computador, com muitos giga de HD e uma excelente placa de jogo e um excelente processador, porque aí sim ele vai executar tudo sem chiar.

Bom, vou lá mexer nas coisas, porque o povo vem hoje. O bom é que eu estou com o Sansa. Peguei ontem e já coloquei umas músicas básicas. O bom é que é recarregável e tem clipe pra prender na roupa. O ruim é que ele classifica as músicas de acordo com a biblioteca do Windows Media Player. Daí, o que tem de Unknown é brincadeira. Vou nessa. Vamos ver se agora eu não demoro tanto pra postar. Ainda prefiro um bom blog do que o twitter. O meu universo definitivamente não cabe em 140 caracteres.

Há muitos meses, a Maria me convidou para passar férias na casa dela e do Pesc. Resolvi vir, já que era viável, que eu queria viajar e sobretudo porque eu queria conversar com ela sobre as mais diversas coisas. Então eu vim. Estou aqui.

Peguei o ônibus em São José dos Campos, desci no Tietê, tomei o ônibus pra cá e cheguei treze horas depois que saí de casa. Ontem eu capotei depois de ter lido umas páginas de “A Sombra de Allan Poe” (ainda não sei o que será este livro).

Hoje, dormi atéeeeee o meio-dia, porque me forcei a ficar na cama, e depois fomos a um mirante, e a um restaurante com um mini-píer — gente, adorei ver as gaivotas –, ao condomínio dos ricos, Jurerê, ao shopping Iguatemi (pra ir à farmácia e pra carregar o VR) e à pizzaria (mas lá não aceitavam VR…)

Cheguei, tomei meu banho, cuidei dos dentes e do rosto  (fui à dermato e ela me passou um tratamento bacana) e cá estou eu. Tirei umas fotos, e depois eu quero ver se revelo algumas.

Ah! O Pesc está baixando as temporadas 4 e 5 de Cold Case, pra mim!!!

Para amanhã, o plano é ficar em casa. Até sexta- tenho revisão pra fazer no período da manhã, e à tarde eu ou saio, ou descanso por aqui. A Maria tem um trabalho pra entregar, então fico por aqui amanhã. Eu trouxe filmes, e ela tem um jogo do Harry Potter no Wii. Pra mim está ótimo, eu estou sendo excelentemente tratada, e nada poderia ser melhor. Espero poder retribuir de alguma forma!

Bom, vou pra cama agora, que já é meia-noite.

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